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sexta-feira, 2 de março de 2012

Entendendo as palavras de Jesus...

Quando Jesus falava, colocava-se em termos figurados para expor seu pensamento de forma simples, mostrando as verdades que habitam o universo criado por Deus. Sua filosofia de vida ensinava sobre a evolução espiritual, sendo palavras que permanecem por todo o sempre. Um exemplo está numa frase que Ele falava sobre a hipocrisia, que ainda é muito atual entre tantas pessoas que se mostram sectários da ciência ou das religiões, esquecendo de por para si mesmos o que pregam para os outros.

Ai de vós escribas e fariseus hipócritas! Porque limpais o exterior do prato, mas o vosso interior está cheio de rapina e imundícia.

Jesus quando colocou essa frase se referiu aos escribas e fariseus que o que faziam não condiziam com o que eram, ou seja, o que escreviam e pregavam para os outros, assim como se mostravam, não eram por dentro, pois exigiam dos outros o que não eram: puros, fervorosos, amorosos, justos, virtuosos. Logo, não podiam ser exemplo e não deviam cobrar o que não seguiam. Eram hipócritas que viviam de enganar aos outros, de ambições, orgulhos, vaidades, invejas e tantos outros defeitos, mas querendo se mostrar como verdadeiros deuses à população, a qual sofria em suas palavras. E, naturalmente, estavam nas trevas do apego material, e pela hipocrisia, pioravam a cada dia sua situação espiritual. E, além do mais, essa frase não foi puramente histórica, mas se estende a todos os tempos àqueles que repetem esses atos dos escribas e fariseus, como sacerdotes que pregam as palavras dEle, mas não as seguem, vivendo em ostentações, luxúrias, falsidades, guardando mágoas, rancores, riquezas materiais, disputando almas, entre várias outras atitudes que vão contra o ensinamento dEle: o amor e as virtudes.

Eis o que Jesus queria mostrar. Vale a pena enganar aos outros em troca de poderes e riquezas materiais? De que adianta falar seu nome se não tem interesse em seguir o que fala? Se todos que proferissem suas palavras as seguissem, o mundo seria outro...

Esse é o tema do meu mais novo livro que está para ser publicado no AGBOOK e no Clube de Autores, o qual tem como base o entendimento das palavras de Jesus em sua verdadeira concepção a respeito das virtudes, do amor, da fé, da verdade e da evolução espiritual.

Um abraço e que Deus os abençoe!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Você acredita no acaso?

Este é o tema do meu mais recente livro publicado no AGBOOK e no Clube de Autores que se encontra nos links:
http://www.agbook.com.br/book/119281--VOCE_ACREDITA_NO_ACASO
e
http://www.clubedeautores.com.br/book/119280--VOCE_ACREDITA_NO_ACASO

O assunto tratado no mesmo é sobre as influências espirituais que testam o livre arbítrio de cada ser humano em cada instante de tempo, mostrando que as intuições, a serendipidade, a imaginação, e muitos fenômenos cotidianos como os milagres de lágrimas em olhos de imagens sagradas, curas de doenças terminais pela fé, entre vários outros, têm sempre espíritos obsessores de um lado (testando a fé, desviando o espírito do objetivo da evolução, quando a pessoa em seu livre arbítrio aceita seguir o que esses espíritos dizem) e os espíritos de luz do outro lado (influenciando para a pessoa se desenvolver nas virtudes e evoluir espiritualmente). Vários fenômenos que ocorrem, como fatos históricos do tipo o caso de Arquimedes e seu Eureka, o da maçã na cabeça de Newton, entre outros, mostram que a intuição tem uma influência espiritual para levar o ser humano a desenvolver idéias maravilhosas para ajudar a humanidade, assim como idéias terríveis para destruí-la. Consequentemente, vê-se que orar e vigiar é princípio básico para evoluir, pois quando duvidamos de idéias que não condizem com a realidade de fazer o bem e gerar virtudes, tendemos a direcionar nosso livre arbítrio às decisões corretas que nos levam a evoluir espiritualmente, que implica em ser feliz e ter paz interior.

Que Deus os abençoe!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O Problema da Incompreensão e das guerras religiosas

Um dos problemas das guerras religiosas são as visões diferentes. Há pessoas de religiões cristãs que ainda não entenderam que a maior mensagem que Jesus deixou foi o amor, a transformação interior, a fé, a tolerância, e as virtudes. E assim, tende a agredir as pessoas por sua fé. Entretanto, quando agride alguém por ter fé em algo, mostra apenas que não segue ou não entendeu e o que prega (o caminho descrito por Jesus, da fé, do amor, da tolerância e das virtudes).

Há um grande problema não compreendido pela maioria das pessoas que se ligam às religiões sem buscar filosofar e separar as coisas:

1) Ninguém pode mudar ninguém, a não ser que a pessoa queira;

2) Não se deve agredir a ninguém, pois isso demonstra falta de amor, e consequentemente, não sabe quem é Jesus;

3) Deve-se aprender a ler a Bíblia, pois além dela ter sido modificada inúmeras vezes nos concílios do Vaticano e nas traduções, ela não foi escrita por Jesus, mas por seguidores, ou mesmo por pessoas do império romano que se colocaram como os apóstolos, para poder inserir muitas informações ditas "pagãs", ou melhor falando, pré-cristãs, para que os seguidores de Cristo, seguissem seus preceitos, como: Jesus não nasceu em 25 de dezembro, mas colocaram isso para que ligassem Jesus ao dia de Litha (dia do solstício de verão, para adorar Jesus como sendo o deus sol);

4) Na Bíblia, boa parte é histórica, como preceitos sócio-culturais da época. Logo, muitas informações não são ensinamentos, mas tem seu conteúdo histórico importante para estudos. Isso é fundamental, pois quem a segue cegamente, não percebe isso;

5) Outra parte da Bíblia tem ensinamentos profundos que devem ser lidos e "filosofados" com cuidado e atenção, que mostra justamente o caminho traçado por Jesus, que é do amor, da união, da tolerância, da liberdade, enfim, das virtudes. Observe que Jesus não fundou nenhuma religião, também não andava de paletó e gravata e cheio de pompas, mas de forma humilde, além de ter o cabelo comprido (pelo menos, é a imagem que foi colocada e existe até hoje). Assim, quem o segue, deveria saber ser livre e libertar os demais, e não condenar, pois ele dizia: não julgueis para não seres julgado. Mais ainda, Jesus não condenava aos outros por não serem seus seguidores, pois em várias das passagens, é mostrado que ele cura até seus inimigos e participantes de outras "religiões".

6) Qualquer pessoa em qualquer religião que condena as outras, que julga aos outros, que cega, que impõe, que não esclarece, não segue os preceitos das virtudes, especialmente do amor (isso é ser espiritualizado: ser virtuoso e não preconceituoso). Mas, não somos nós quem devemos julgar e condenar a quem o faz, pois estamos todos no mesmo barco, e se o fazemos, arranjamos dívidas espirituais da mesma forma, por não termos aprendido a amar, a tolerar, etc. Daí, não adianta dizer ser espiritualista ou espiritualizado, se erra da mesma forma, pois vibra na mesma frequência das trevas.

7) Orai e vigiai, pois orar indica louvar a Deus, agradecer por tudo que nos é colocado e que podemos tirar aprendizados, pois Ele nos testa o tempo todo para aprendermos a amar através dos nossos erros e acertos (é o livre arbítrio) e vigiar indica estarmos atentos a atitudes que nos condenam, para não incorrermos nos mesmos erros dos outros. Se queremos evoluir, primeiro temos de saber seguir esse ensinamento, para evitarmos cair nas armadilhas das trevas, que está justamente em fazermos julgar, fazermos condenar, termos reações adversas de raiva, ódio, vingança, intolerância, preconceitos, inimizades, entre outros defeitos humanos, que nos prendem à carne num processo encarnatório indefinido, até aprender todos os passos corretos do pensar com virtudes e sem preconceitos.

Enfim, o que foi que Jesus fez, além de amar?

Tenho minha condição de guia espiritual, mas nem por isso julgo ou condeno a qualquer um, pois não tenho esse direito. Tenho apenas o dever de dar caminho para a Luz, a quem a busca. Não é meu conhecimento, minha "autoridade", ou qualquer coisa que me dá direito de "atentar" contra o próximo. O caminho para a Luz de Deus está em sabermos amar e ajudar ao próximo a evoluir, seja com o que for que seja colocado em mãos através de Deus, pois somos apenas instrumentos e precisamos usar o que Deus nos dá para distribuir e ampliar a Luz dEle. Cada um que recebe uma mensagem, ou qualquer que seja a "sincronicidade" deve ter a consciência de usá-la da melhor forma, pois o livre arbítrio determina se seguimos a luz ou as trevas: a interpretação de cada um frente aos preconceitos, os ódios, etc., faz jogar no lixo a Luz de Deus dada naquele momento; o amor, a tolerância, e todas as virtudes, faz receber a Luz Divina e evoluir com o aprendizado. É como a parábola do senhor e dos 3 servos, que determina o que cada um faz com seu próprio espírito.

Enfim, está em cada um com seu livre arbítrio tomar essa mensagem como um lixo, ou buscar entendê-la sem a interferência de obsessores, exus, diabos, ou como quer que queiram chamar. É buscar sentir no coração e louvar a Deus para ter luz para entender. Nada na vida ocorre por acaso, pois tudo que Deus nos dá em cada momento, como muitas mensagens de seguidores de várias religiões, para nos compreendermos dentro de nós mesmos: cada um que explode com algo que lhe acontece pode se ver sem tolerância, e quem dá a mensagem pode também observar em si que o ataque cego não condiz com os ensinamentos de Jesus. Assim é que a Luz de Deus se mostra para nós, quando buscamos ser tolerantes e entender tudo que nos ocorre em cada momento. Como dizia Einstein: Deus não joga dados com o mundo, ou seja, tudo que nos ocorre na vida, é um presente de Deus para nos ensinar através de nossos próprios erros e acertos. Nós seres humanos é que somos tolos para não compreender os princípios da sabedoria de Deus.

Abraços e que Deus os abençoe!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Anjos, os mensageiros de Deus

Os anjos são considerados mensageiros entre o Criador e os seres humanos e o mundo da matéria, os quais são figurados como seres alados, em que as asas simbolizam os ideais de ascensão aos céus e de transcendência do material. Os anjos realizam a conexão com a dimensão superior e eterna, a espiritualidade propriamente dita.

Nas várias culturas e expressões religiosas, encontramos essa representação, a exemplo dos hindus (para estes são conhecidos como Devas) e dos muçulmanos (os anjos são os Djins).

As mensagens Divinas, inspiradas através de premonições e outros tipos de comunicações espirituais, são socorros vindos das missões que competem a cada ordem e hierarquia desses seres.

Muitas são as aparições dos enviados de Deus nos relatos das Escrituras Sagradas da Bíblia. Elas incluem milagres, anunciações, inspirações e intervenções em momentos de grande urgência e necessidades. O papel dos seres angelicais em várias passagens, sobretudo, do Antigo Testamento, demonstram desde sempre o acompanhamento deles nos acontecimentos humanos.

A importância desses protetores e interventores tem sua lógica, pois, cada ser humano deve cumprir sua missão espiritual na Terra, e Deus oferece seus canais de comunicação para que cada um possa cumprir a sua jornada.

O contato com os anjos deve, portanto, estar embasado em uma ética espiritual, que embora específica à sua vibratória (considerando as evocações e princípios materiais, tais como cristais e outros elementos) tem como essência os princípios de fé e amor ao Criador e à criação. Estes são verdadeiras chaves que nos abrem os portais às comunicações com os seres angelicais, criados por Deus, assim como cada um de nós.

Retirado do Prefácio de Ana Cristina Andrade do livro: "Anjos: Forças da Luz, Mensageiros de Deus"

Que Deus os abençoe!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Mais um Pouco sobre Espiritualidade...

De forma direta, fala-se o que é espiritualidade e como desenvolvê-la. Considerando a interpretação da parábola de Jesus e a contextualização dos espíritos evoluídos, não se tem dúvidas de que espiritualidade é a busca pelas virtudes e sua multiplicação. Quanto mais se busca desenvolver as virtudes, mais se evolui e, ao evoluir, através das virtudes se ajuda a evoluir. Assim, complementa-se a obra de Deus. Muito sobre as virtudes pode ser encontrado nos ditos populares, cuja filosofia mostra a necessidade de desenvolvê-las para evoluir espiritualmente.

Não existe ninguém que se diga espiritualizado, que realmente seja em completude, pois a começar do falar que é um ser espiritualizado, já se mostra com egocentrismo que é falta de virtude. Também, qualquer um que inicia sua busca falando ao invés de iniciar tendo atitudes como caridade e amor, já erra, pois inicia querendo provar para os outros, o que é fraqueza. E qualquer um que busque a evolução e sai vomitando conhecimento, ao invés de buscar desenvolver a sabedoria e aplicá-la no silêncio para a caridade, erra por se mostrar orgulhoso e arrogante, pois também não aplica a si próprio.

Falar em virtudes necessita ter em mente que se deve procurar primeiramente dentro de si, quebrar com defeitos, vigiar os pensamentos e a boca para ir mudar internamente em si. Externamente, deve aplicar o ouvir mais e falar menos, o não falar nem agir por impulsos (que é gerado por orgulhos feridos), controlar as emoções, realizar caridades com amor e dedicação, e não pensar no retorno; trabalhar e manter a mente ocupada com boas atividades e atitudes (pois como diz o ditado: mente ociosa, cavalo do cão); buscar a paciência e viver o presente, eliminando pensamentos recorrentes do passado que fazem estagnar e não ver e agradecer o que se tem no presente (momento único em que se tem consciência), bem como não pensar no futuro com sonhos em que não se sabe se estará vivo para realizá-los ou usufrui-los, pois o futuro a Deus pertence; ser prudente e sereno no que faz, evitando desequilíbrios, entre várias outras.

Ou seja, desenvolver as virtudes para evoluir é um longo caminho, mas que se consegue alcançar quando realmente é desejado.

Observe que nenhuma pessoa espiritualizada se diz ser, não aceita elogios. Por exemplo, nem Jesus dizia que ele havia curado alguém, e apenas repetia: tua fé te curou, o que mostrava sua grande humildade.

Todo o poder da vida está unicamente ligado à essência da espiritualidade, que é o desenvolvimento das virtudes. Sem elas, vive-se na dor, no sofrimento e nas trevas da ignorância e sujeito a todo tipo de influência no cotidiano. Essa é a visão direta que se pode ter do que é o céu e o que é o inferno.

Que Deus os abençoe!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Parábola do Senhor e dos três servos para explicar o desenvolvimento espiritual

"Um senhor que tinha três servos ia viajar. Chamou os três servos e lhes entregou a cada um três talentos para que eles trabalhassem e multiplicassem. Ao viajar, o primeiro servo pegou seus talentos e saiu para gastar, como se fossem de sua propriedade. O segundo servo, com medo de gastá-los ou perde-los, enterrou-os para devolver ao seu senhor quando voltasse. O terceiro servo saiu com os talentos, comprou vários objetos e foi comercializá-los. Quando o senhor voltou de sua viagem, chamou novamente os três servos para que prestassem contas dos talentos que lhes foram confiados. O primeiro servo, que gastou irresponsavelmente, não tinha como devolver os talentos ao seu senhor, e foi imediatamente castigado, permanecendo servo. O segundo, que enterrou os talentos, imediatamente correu para entregar ao senhor os mesmos talentos recebidos, e foi castigado e permaneceu servo, por se mostrar medroso e incapaz. O terceiro servo, que comercializou com os talentos que lhe foram confiados, trouxe ao senhor muito mais do que lhe havia sido entregue, pois os havia multiplicado comercializando, e assim o senhor o libertou, por ser digno."

Essa parábola de Jesus mostra o que se exige para a espiritualidade: a multiplicação dos talentos. Os talentos (moeda da época) Jesus comparou com os dons espirituais (as virtudes) o que muito é confundido e deturpado por muitos, como dinheiro e riquezas que devem ser multiplicados para se obter a liberdade, como se fosse possível comprar a Deus. Também, ao Jesus falar de dízimo, traduzia a mesma coisa desta parábola: a parte do seu espirito que deve ser doado na forma de virtudes para ajudar ao próximo, o que é visto no milagre da multiplicação dos pães e peixes, que representam doar a vida ao próximo que faz parte do desenvolvimento das virtudes. E, contra o dinheiro, Jesus expulsou os vendilhões do templo, amaldiçoando-os, pois o que se faz na espiritualidade é os mais abastados ajudar aos outros com caridade, fé, amor, dedicação e demais virtudes. Se ele fosse a favor de riquezas, ele jamais agiria dessa forma, pois os vendilhões traziam muito dinheiro nos impostos. Em inúmeras passagens da Bíblia, mostra-se que Jesus era contra a ostentação. Da mesma forma, todos os espíritos elevados, como Buda, Krishna, vários santos, e tantos outros não considerados, como atualmente, Gandhi, abandonaram as ostentações, negando o EGO. Assim, por que tantos sacerdotes vivem em templos e palácios luxuosos ostentando com máximo orgulho em suas riquezas, muitas vezes retiradas da boca de crianças famintas (filhos de fiéis)?


Voltando à parábola, vê-se o senhor como sendo o Todo, Deus; os servos são os espíritos que precisam aprender a ter virtudes (talentos) para poder ter uma vibração elevada, unindo-se ao tudo nEle (o tudo no Todo). Como todos são criados por Deus, todos são criaturas e servos dEle, pois se assim não for, seria igual ou superior a Ele. Ser servo dEle, indica que todos têm a mesma função e o mesmo objetivo: multiplicar os talentos para evoluir espiritualmente e a Ele voltar (unir-se à máxima vibração no equilíbrio universal, fazendo parte das hostes que O amam e O louvam). Como Deus é o Todo, que contém tudo, amar a Deus determina amar a todos, como Jesus o fez. E para amar a todos, é necessário desenvolver as virtudes, eliminando os defeitos como orgulhos, preconceitos religiosos, de raça, de cor, de sexo, de riquezas, e assim por diante, como fez e pregou Jesus, Buda e outros espíritos evoluídos.


Quando se fala em multiplicar os talentos, entende-se claramente nas ações de Jesus e dos demais evoluídos que os talentos dados por Deus são as virtudes, os dons, as capacidades e tudo que faz parte do espirito. Quanto mais se desenvolve espiritualmente, mais os talentos se multiplicam, especialmente por que com a evolução espiritual determinada pelo cultivo das virtudes, salvam-se outros espíritos através do amor, da caridade e todas as virtudes a mais, que são atraídos, mudados e também elevados.


Assim, tem-se:


1) Aquele servo, ou espirito que multiplica seus talentos, obtém a liberdade: elevar-se e não viver mais no sofrimento das trevas, mas estar perto de Deus (ou com a vibração da Luz no Todo).


2) O servo que enterra seus talentos para devolver a Deus por medo de perdê-lo, é aquele que a tudo teme e para não se desvirtuar, esconde-se do mundo, não realizando obras de caridade, de benefícios, nem nada. Esconde-se para rezar ou orar, mas apenas por medo dos testes a enfrentar e medo de ser castigado. Foge da própria consciência que faz parto do tudo e do Todo. Também, é o que vive de dúvidas e ora com a frase: por via das dúvidas, eu faço. Ou seja, não tem fé e não desenvolve as virtudes por alastrar sua dúvida em outras faltas de virtudes. Ambos estagnam na evolução espiritual, tendo de permanecer na faixa vibratória que vive, sofrendo e sendo testado constantemente. Isto é, continua sendo um servo, até que confrontem o medo e a dúvida, buscando evoluir com fé, para ser livre como o primeiro.


3) O terceiro caso é o espirito que destrói os talentos, o espirito que passa a viver à busca das faltas de virtudes, a ganância, o egoísmo, a arrogância, a luxuria, o ódio, e assim por diante. Esse também sucumbe aos seus próprios males, pois sua vibratória cai mais ainda, e assim permanece no sofrimento, só que como um servo das trevas, o que é pior que o segundo caso. Afunda por ter gastado todos os talentos, tendo um caminho das pedras mais longo e mais sofrível para chegar a Ele, pois tem de enfrentar não só o medo e a dúvida, mas humilhações de todos os níveis para equilibrar o que foi por si realizado, até recuperar os talentos e adquirir a consciência da evolução espiritual.


Assim, buscar a espiritualidade, não é apenas buscar misticismos, mas buscar mudar internamente e saber aplicar ao próximo o que verdadeiramente é exigido do universo: o amor e a união do tudo com o Todo.


Que Deus os abençoe!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Saber agradecer

Saber agradecer é uma graça Divina, não é apenas educação. As pessoas que sabem agradecer são pessoas virtuosas, a começar de saber que o agradecimento é uma forma de elevar aos outros espiritualmente, assim como o é de se autoelevar pela humildade. Agradecer é um ato de mostrar que gostamos de algo que nos foi dado de coração. Agradecer é um ato de mostrar que sabemos entender e compreender ao próximo no que é possível a ele realizar. Agradecer é uma forma de trabalhar as energias universais para a união de todos e o bem geral. Agradecer nos faz felizes, pois faz aos outros também. Saber agradecer é Divino, portanto aprenda a agradecer a tudo e a todos. Um muito obrigado é muitas vezes suficiente para dar uma força a uma pessoa que fez um esforço imenso para nos fazer algo, mesmo que aquele algo seja ínfimo para nós. Agradecer é mostrar que gosta das pessoas que se lembram de nós. Agradecer é uma forma de conectar a energia do amor incondicional e gerar uma corrente de luz entre todos, buscando uma evolução conjunta.

Entretanto, o principal agradecer, não está no dia a dia com as pessoas. O principal agradecer está no Criador, que tudo nos dá, e nada existe nem nada ocorre que não seja definido por ele.

Assim, saber agradecer a Deus por tudo que nos ocorre diariamente é sabedoria e humildade, seja lá pelo que for, pois tudo tem um sentido e nós é que somos limitados para não entendermos o que Deus e o universo quer nos mostrar com aquilo que nos acontece. Agradecer a Deus por tudo que nos ocorreu durante o dia é saber que Ele é o princípio de tudo, é saber que nossa vida só existe por causa dEle.

Dessa forma, aprenda de uma forma simples a agradecer a Deus, apenas fazendo um simples ato: antes de dormir, silencie, e pense colocando sua emoção de estar dirigindo sua voz ou pensamento à Deus, e agradeça por tudo o que lhe ocorreu durante o dia. Isso é orar! Agradeça por tudo que ganhou e por tudo que perdeu. Coloque-se diante dEle humildemente e amorosamente, solicitando sua bênção e pedindo para que Ele abençoe a todos que você conhecer, sua família, amigos, antepassados, espíritos que lhe obsedaram ou não, e tudo o mais. Faça a sua parte. Saiba agradecer a Deus, pois é na humildade de agradecer a Ele pelo que somos e pelo que temos, que evoluímos espiritualmente, e nos tornamos merecedores das graças dEle. Mas, agradecer é amar, logo, só devemos fazer isso, libertando de dentro de nós a fé e o amor, quebrando com as amarras que nos prendem a ódios, rancores e mágoas, os quais devemos eliminar de dentro de nós.

Que Deus os abençoe!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Quem foi Jesus?

Como se costuma dizer, ninguém agrada a gregos e troianos. Jesus foi um homem simples, que transmitiu a mensagem da paz, do amor, da fé, da humildade e das virtudes que elevam o espírito e que os livra do ciclo das encarnações sucessivas na grasseira carne que tanto dá sofrimento e dor pelos defeitos que coexistem com ela na consciência. Jesus foi um filho de Deus. Jesus foi um mago. Jesus foi um extraterrestre. Jesus foi...

Por aí afora, existem mil e uma teorias sobre quem foi Jesus, o Cristo. Mas quem ou o que foi realmente ele? Teria sido realmente um filho de Deus? Ora, claro que sim, pois todos e tudo o é, pois tudo faz parte da criação Divina. Jesus foi um mago? Ora, também, pois detinha a sabedoria e as virtudes do espírito que o elevava e o fazia dominar a matéria e os espíritos menos evoluídos. Jesus era um extraterrestre? Por tantas teorias existentes por aí afora, de que "carruagens de fogo" e "astronautas" o levaram após a crucificação, também pode ter sido, assim como pode ter sido anjos mesmos. E por aí vai.

Mas, o que interessa essa discussão?

O que realmente interessa nessa discussão, é o que Jesus pregou. É o que Jesus deixou como conhecimento e sabedoria para evoluir. Se Jesus foi ou não foi isso ou aquilo que tantas teorias científicas, religiosas, teológicas, e tantas outras lógicas tentam explicar, é indiferente para quem entende que o que ele nos deixou foi a mensagem da evolução. Os passos principais para cada um que quer realmente se tornar luz e deixar o sofrimento da carne, deve dar.

E quais foram esses ensinamentos?

Lendo as mensagens de Jesus, que claramente são colocadas em parábolas, em forma de filosofia popular, e buscando traduzi-las corretamente, entende-se claramente sua mensagem.

Traduzir as mensagens de Jesus é necessário, pois como sempre foi dito: não se deve dar pérolas aos porcos. Quando Jesus falava, não estava se colocando frente à pessoas de alta elite, de alta filosofia, de alto conhecimento e alta sabedoria. Ele estava acima de todos, pois ele falava ao povo humilde. Ele passava sua mensagem que deveria perpassar os tempos, e não haveria sentido ele falar a pessoas sem conhecimento profundo da filosofia sobre o mundo oculto dos espíritos. Assim, ele falava da videira, ele falava do dízimo, ele falava do senhor e dos servos. Em todas as suas parábolas, ele colocava uma mensagem profunda, que buscando entender claramente sem arrodeios e sem seguir ao pé da letra, sempre volta aos mesmos princípios da caridade (dízimo, quer dizer a parte espiritual de cada um para com o próximo), princípios da fé (se tivésseis a fé do tamanho de um grão de mostrada moveríeis montanhas), princípios do amor (amai-vos uns aos outros), princípios das virtudes para evolução (por exemplo, a parábola do senhor e dos três servos), e assim por diante. Ou seja, Jesus pregou claramente que para evoluir, não adianta estar brigando em nome de Deus, enquanto está rechaçando aos outros com preconceitos religiosos, preconceitos de cor, preconceitos de nível intelectual, preconceitos de classes, nem nada. Vale mais ter a fé dentro de si, saber agradecer a Deus por tudo, saber entender que tudo que ocorre na vida tem a necessidade de ocorrer, e tudo é feito por Deus. Nada do que se faz, fica sem receber de volta, pois para tudo que se faz se encontra a Lei da Causa e Efeito, e se recebe em algum momento. Por isso, Jesus pregava que se deve dar amor, que é o principal dízimo. Ninguém compra terreno no céu, pois a parcela de cada um está dentro do coração e da consciência. Não há outra forma de evoluir. E os ensinamentos profundos, não poderiam ser citados em formas amplas e diretas desse modo, pois muitas pessoas não entenderiam, muitas pessoas entenderiam errado pelo seu nível espiritual, muitos buscariam aprender determinados conceitos para aplicar para o mal sob ajuda de obsessores, muitas pessoas iriam simplesmente esquecer e a mensagem não seria passada.

O amor pregado por Jesus é o princípio básico de tudo: princípio da caridade, princípio da fé, princípio da irmandade, princípio da evolução, princípio da tolerância, e tudo o que mais pode melhorar o mundo.

Assim, se Jesus passou a mensagem sobre a verdade da vida, e na época muita gente não o seguiu, de que adianta saber se ele foi mago, extraterrestre, simples homem, deus, ou qualquer outra coisa? Interessa saber que para muitos, a mensagem foi passada e serve para elevar-se à Deus.

Com o passar do tempo, seja lá o que Jesus foi, criou-se uma egrégora com seu nome, em direção à consciência Crística. A mensagem foi passada e segue quem quer, pois todos têm o livre arbítrio. Queira ou não, todos descobrirão um dia se é apenas carne, ou se é um espírito.

Assim, com tudo isso, deve-se entender que quando Jesus falou: Eu sou o caminho, a verdade e a vida!, ele quis dizer que era através da fé no que ele pregava e nas atitudes de fé, amor, caridade, irmandade, coragem, e todas as virtudes dele, que todos evoluiriam. Não adianta gritar pelo seu nome, e fazer o contrário com ambição, com ódio contra o próximo, com inveja, com ciúmes, e tantos outros males humanos da carne, que não consegue evoluir, pois apenas é como o servo (da história do senhor e dos três servos) que enterra o talento, ou que o gasta. Vale mais aquele que humildemente desce de seu pseudopoder material para ajudar o próximo, do que aquele que acha que tem poder material, mas não ajuda a ninguém por ter medo de doenças, medo de ficar pobre, medo de tudo, pois este está completamente preso à matéria.

Crer em Deus, é entender a história de Job, é saber que na vida, os altos e baixos que passamos, são apenas testes de nossa fé em Deus, para ver se cremos mais no espírito do que na matéria. Enquanto se acredita mais na matéria do que no espírito, mantém-se preso aos ciclos das encarnações, tendo de continuar sofrendo em carne todas as mazelas que aqui se vive.

Saber agradecer a Deus tudo que ocorre no dia a dia, entendendo que tudo que ocorre tem sua razão e que nada somos por não entendermos o porquê daquilo e do que Deus quer nos mostrar, é iniciar o processo de desenvolvimento da sabedoria e do caminho da humildade pregado por Jesus. Cada virtude que Jesus tinha, é uma virtude que devemos desenvolver. Se não conseguimos compreender isso, não adianta ficar gritando pelo nome dele, pois nossos defeitos são como barreiras que impedem ele de se aproximar de nós.

Que Deus os abençoe!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Orixás? Melhor entender para não falar o que não deve.

As culturas antigas, que eram menos assoladas pelos princípios materiais da ciência e, consequentemente, mais ligadas ao mundo espiritual tinham maior capacidade de se comunicar com os espíritos, e assim, desenvolveram formas de reverenciar e louvar a Deus de uma forma indireta, utilizando para isso os elementos da própria criação. Assim, de acordo com a cultura, linguagem e o que havia de acesso local, passaram a cultuar os deuses da natureza, como uma forma de agradecimento e culto ao Criador. Entre elas, cultuavam-se os anjos (Cabala), os deuses da natureza (nórdicos, romanos, gregos, sumérios, egípcios, etc.), os espíritos ancestrais (indígenas, japoneses, etc.), entre outros. Na África, desenvolveu-se o culto aos Orixás, que seguem os mesmos princípios das tradições antigas citadas, cuja prática, de forma similar à todas, geram egrégoras para a comunicação com os espíritos elevados (ou espíritos de luz) que em sua hierarquia comandam as forças da natureza (via espíritos elementais e espíritos mais próximos dos seres humanos, ou espíritos encarnados). Nessas práticas a sabedoria dos espíritos foram passadas aos seres humanos ao longo do tempo, reforçando essas egrégoras, que geram vibratórias energéticas elevando o espírito encarnado, quando buscando a comunicação com a Luz Suprema no intuito de fazer o bem, e afundando o espírito quando da realização de rituais para satisfações egoístas, materiais e para fazer mal aos outros.

O princípio de toda comunicação com Deus se dá através da fé e do amor, mas para a maioria das pessoas que não têm a fé absoluta, torna-se necessário elementos específicos e práticas rituais, além de virtudes, que atraem os espíritos mensageiros Divinos, para a realização da grande obra de Deus, que é a evolução espiritual.
Nessas práticas, esse padrão de fé, amor e afastamento de pensamentos inescrupulosos e maldosos, dedicação, entre outros, fazem parte de um contexto de geração da energia vibratória no espírito encarnado similar aos espíritos evocados, para que haja uma comunicação, em que eles ajudam a produzir o aparente acaso da vida, ou milagres, por entenderem que é um espírito que deseja evoluir.

Entre as várias práticas da magia, a comunicação com os Orixás (denominação dos espíritos ancestrais na língua africana, os quais seriam os espíritos de luz primordiais) é realizada usando elementos da natureza, como recipientes de argila ou barro (denominados de aribé), onde são colocadas frutas, farofas, peixes, tecidos coloridos, velas coloridas, etc., o que não é diferente das demais culturas como as nórdicas, as orientais, as xamânicas, cabalísticas, japonesas, etc. Tudo isso faz parte de uma geração de conexão da pessoa com a vibratória específica do elemento (ar, terra, fogo ou água), relacionado à hierarquia espiritual a que pertence o Orixás (como os anjos na Cabala), para a elevação e evolução espiritual e realização da magia para o equilíbrio universal. Assim, esses procedimentos geram essa conexão com o mundo espiritual, realizando os desejos humanos que condizem com a realização da Luz, ou de Deus. E assim, a magia leva aos milagres da fé, inexplicados pela ciência.

Muitas pessoas buscam conhecer os Orixás através de suas lendas, que não diferem das lendas dos deuses gregos, romanos, nórdicos, etc. E, por isso, por não compreender as relações espirituais e elementais, muitas vezes criam preconceitos e se afastam, sem entender que todas as relações existem da mesma forma que todas as demais religiões, que estão ligadas aos princípios de cultivar virtudes, elevar-se à Deus, e todas as lendas são apenas alegorias que humanizam os elementos, os humores e seus poderes, apenas para relacionar as vibratórias desses espíritos de Luz aos gênios, ou espíritos da natureza, que governam os elementos (ar, terra, fogo e água) em suas especificidades, como a vida, a morte, plantas, minerais, chuva, ventos, assim como os próprios espíritos humanos como anjos guardiões e suas características peculiares: sisudo, inteligente, guerreiro, trabalhador, brincalhão, sensual, amoroso, etc., que é similar às antigas tradições das demais culturas.

Na época da escravatura, os negros não podiam (como os índios) seguir seus próprios princípios religiosos, e por causa disso, encontraram a relação entre os Santos católicos e os Orixás, através das vibratórias de suas energias espirituais. Ou seja, perceberam que alguns Santos pertenciam a uma mesma vibratória espiritual, apresentando uma mesma relação com as hierarquias dos espíritos primordiais mais elevados, pertencendo a uma mesma ordem de um princípio de regência da natureza. Assim, passaram a cultuar os Orixás por meio dos Santos com mesmas vibratórias elementais, o que gerou o sincretismo, que até hoje une as religiões afro-brasileiras com as religiões cristãs. Com o passar do tempo, outros espíritos, denominados de espíritos de caridade, passaram a ajudar nos cultos, com o intuito de evoluir ajudando a evoluir, que são os conhecidos pretos velhos, caboclos, entre outros.

É nessa vibratória Elemental que se encontra a chave para entender as relações entre a magia, ou a sabedoria espiritual e da natureza e as lendas dos Orixás, que geram a comunicação com o Princípio Criador, Deus, e a compreensão dos rituais, oferendas, e outras especificidades deste culto tão antigo.

As lendas dos Orixás, então, são facilmente compreendidas, quando relacionamos os princípios elementais, seus poderes, seus humores, além dos chakras e outros princípios universais, vendo apenas que tudo apresenta similaridade, e lidar com os espíritos buscando evolução, relaciona-se de forma igual em todos os cultos, pelo princípio da fé, do amor, da caridade, da consciência moral e, enfim, das virtudes.

Que Deus os abençoe!

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Princípios da Espiritualidade

Muitas pessoas chegam a questionar o que vem a ser realmente a espiritualidade, frente a tantas e tantas visões que existem. Alguns entendem a espiritualidade como o esoterismo, em que passam a estudar de forma descontrolada tudo que lhes vêm à frente, sem ter filtros para nada. Mas, nesse caso, apenas está se racionalizando a questão da espiritualidade, e nem sempre está se deixando sentir como um ser espiritual.

Assim, espiritualidade, em princípio, é conhecer a si próprio; conhecer-se em suas falhas, suas faltas, seus orgulhos, suas vaidades, seus medos. Consequentemente, ao se conhecer em cada ponto, buscar mudar para o melhor, para ser realmente Luz! As virtudes da vida, como a caridade, o amor, o altruísmo, e tantas outras, é que são as relações básicas em que nos compreendemos como uma parte do Todo (Deus) como espíritos encarnados em um corpo que é uma parte do tudo (criação Divina). Ao se conhecer mais profundamente, deve-se deixar sentir como essa parte do tudo e do Todo. É saber que tudo foi criado por Deus, e não tem sentido falar em Deus e em espiritualidade, quando temos preconceitos, entramos em jogos de poder, envolvemo-nos em brincadeiras de mal gosto que ferem aos outros (que também são partes da criação dEle), sermos indesejáveis, invejosos e olhamos para os outros sempre com aquele ar de "o que é que ele tem que eu não tenho", e assim por diante.

A humildade, o amor, a caridade, o não preconceito, e tantas outras virtudes é o que leva ao crescimento e evolução espiritual e à Luz de Deus. Toda atitude contrária ao princípio da unicidade e da unidade em Deus é contrária à espiritualidade. Logo, para buscar a espiritualidade, necessário se torna buscar se conhecer (como dizia Sócrates: Conhece-te a ti mesmo!), mudar dentro de nós mesmos as atitudes que nos separam do tudo e do Todo, acabar com as mesquinharias e os sentimentos de posse de que somos "donos uns dos outros", deixar de ferir aos outros, buscar ter conhecimentos sobre o mundo espiritual e saber lidar com os espíritos, dominando os dons mediúnicos e sabendo que a consciência e a sabedoria são quem nos elevam em conciência moral para não sermos afetados por espíritos obsessores.

Quando nos conhecemos e entendemos esses princípios, atingimos a felicidade e a paz interior, e tornamo-nos realmente espiritualizados, e não apenas uma caixa de conhecimentos sobre o mundo dos espíritos cujo conteúdo pode ser aplicado a qualquer um, menos a nós próprios: é preciso nos olharmos no espelho e vermos se não temos o que apontamos nos outros. Como dizia Jesus: não julgueis para não sermos julgados!

Que Deus os abençoe!